As principais dúvidas

O que é a polpa dentária? Onde estão as células estaminais da polpa dentária?

A polpa dentária é o tecido vivo que se encontra no interior de um dente de leite (nas crianças) ou de um dente definitivo (nos adultos). Coberto pela dentina, a polpa é o tecido que se estende da dentina até a raiz do dente e é composto por nervos e vasos sanguíneos; além de células do tecido conjuntivo e fibras e sabe-se recentemente que contém as células estaminais da polpa dentária ou DPSCs. A polpa dentária é a responsável pela vitalidade dos dentes. Os dois tecidos (polpa e dentina), formam uma unidade chamada de complexo dentino-pulpar. Durante a vida do ser humano, a polpa dentária mantém a sua viabilidade, desde que o dente não apresente patologia.

O que são as células estaminais da polpa dentária?

As células estaminais são células que se podem diferenciar em diversas linhagens celulares tendo a capacidade de se autorrenovar e de se dividir indefinidamente. As células estaminais não embrionárias, também conhecidas como células estaminais adultas, encontram-se em muitos tecidos do organismo adulto sendo, regra geral, multipotentes. É possível isolar células estaminais multipotentes a partir de vários tecidos como a medula óssea, o sangue e tecido do cordão umbilical ou a polpa dentária.

No que diferem as células estaminais da polpa dentária das células estaminais obtidas a partir de outros tecidos?

As células estaminais da polpa dentária têm vantagens comparativamente às células estaminais obtidas de outros tecidos:
(1) São fáceis de obter para além de que, quando sujeitas a um processo de isolamento e expansão em laboratório, atingem números elevados. Enquanto a colheita das células da medula óssea requer um procedimento cirúrgico e invasivo e a colheita das células do sangue e do tecido do cordão umbilical só pode ser realizada no momento do nascimento, as células estaminais da polpa dentária podem ser colhidas a partir de dentes de leite e de dentes definitivos saudáveis, muitas vezes extraídos e descartados para tratamentos dentários e de ortodontia;
(2) Há estudos que referem que as células estaminais mesenquimatosas da polpa dentária (DPSCs) têm um elevado potencial terapêutico.
(3) As células estaminais mesenquimatosas da polpa dentária ou DPSCs são células estaminais adultas e multipotentes, não apresentando questões éticas ou religiosas como as células estaminais embrionárias para a sua obtenção e utilização terapêutica.

Qual a diferença entre as células estaminais da polpa dentária e as células estaminais presentes no sangue do cordão umbilical colhido no momento do parto?

As células estaminais mesenquimatosas da polpa dentária (DPSCs) são complementares das células estaminais hematopoiéticas presentes no sangue do cordão umbilical (SCU) no que diz respeito ao efeito terapêutico. A polpa dentária contém principalmente células estaminais mesenquimatosas, enquanto o sangue do cordão umbilical possui predominantemente células estaminais hematopoiéticas.
O sangue do cordão umbilical (SCU) é utilizado em transplantes e tratamentos hematopoiéticos, devido à presença de células estaminais hematopoiéticas. As células estaminais mesenquimatosas podem ser utilizadas como coadjuvante destes transplantes hematopoiéticos. Futuramente, as células estaminais mesenquimatosas poderão ser utilizadas como terapias celulares em Medicina Regenerativa.

Qual a vantagem de um adulto ou de um adolescente criopreservar a polpa dentária para obtenção de células estaminais?

Recentemente o isolamento de células estaminais mesenquimatosas, consideradas células estaminais multipotentes da polpa dentária de dentes definitivos (DPSCs), abriu o leque de opções para aqueles adultos que não tiveram oportunidade de criopreservar o sangue (SCU) e o tecido do cordão umbilical (TCU).

Quem tem o seu sangue e/ou tecido do cordão umbilical criopreservado tem vantagens em também criopreservar a polpa dentária para obtenção de células estaminais?

O serviço CRIODENTE é igualmente adequado para aqueles jovens adultos que fizeram a criopreservação do SCU e/ou TCU. Permite diversificar o tipo de células estaminais criopreservadas assim como aumentar o número de células estaminais disponíveis para aplicação clínica.

As células estaminais da polpa dentária estão já a ser utilizadas em tratamentos?

Recentemente, estudos experimentais, ensaios pré-clínicos e ensaios clínicos têm vindo a comprovar o potencial terapêutico das células estaminais mesenquimatosas da polpa dentária (DPSCs). Atualmente estas células estão a ser sujeitas a ensaios clínicos para mais de 300 patologias diferentes incluindo a paralisia cerebral, autismo, reparação da córnea, tratamento da diabetes tipo 1, doença de Crohn, doença de Alzheimer, doença de Parkinson, lesões da medula espinhal, doença do enxerto contra hospedeiro, engenharia de tecidos, cicatrização de feridas, regeneração de osso e dentes. Para mais esclarecimentos pode consultar o site Clinical Trials, onde poderá ter acesso aos ensaios clínicos a decorrer mundialmente.

Qual foi a primeira aplicação clínica das células estaminais da polpa dentária?

As células estaminais da polpa dentária foram identificadas pela primeira vez em 2000, por Shi e colaboradores (https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11087820), tendo em 2003 sido confirmado que estas células eram realmente células estaminais mesenquimatosas. As DPSCs estão a ser estudadas num grande número de patologias relacionadas com tecido conjuntivo e tecido nervoso, incluindo diabetes tipo I, traumatismos medulares, regeneração óssea, distrofia muscular, doenças cardiovasculares, Parkinson e Alzheimer. As primeiras utilizações em humanos destas células foram em aplicações na área da Medicina Dentária regenerativa tal como na estimulação de crescimento do osso da mandibula, e no tratamento da periodontite. Os cientistas afirmam que as aplicações clínicas mais relevantes destas células num futuro próximo serão a reparação de estruturas dentárias danificadas e regeneração óssea, assim como o tratamento de lesões do tecido nervoso ou em doenças neuro-degenerativas.

Porquê que as células estaminais da polpa dentária podem promover a regeneração de tecidos ou até mesmo de órgãos?

As células estaminais da polpa dentária são células mesenquimatosas com caraterísticas muito definidas tal como as células estaminais mesenquimatosas presentes no tecido do cordão umbilical. Têm capacidade de se diferenciarem em vários tipos de células, podendo substituir células lesadas ou destruídas e regenerar tecidos danificados, explicando o grande interesse na sua utilização no contexto das Terapias Celulares e da Medicina Regenerativa. Mais recentemente o efeito terapêutico das células estaminais e em especial as células estaminais mesenquimatosas deve-se à capacidade de produção de fatores de crescimento e mediadores inflamatórios que medeiam a inflamação promovendo e melhorando o processo regenerativo celular e dos tecidos / órgãos.

Existem outros tipos de células estaminais dentárias?

Até ao momento foram já identificados e isolados 7 tipos de células estaminais dentárias, em humanos: (1) as células estaminais mesenquimatosas da polpa dentária de dentes definitivos (DPSCs);
(2) as células estaminais da polpa dentária de dentes de leite (SHED);
(3) as células estaminais do ligamento periodontal (PDLSCs);
(4) as células estaminais da papila apical (SCAP);
(5) as células progenitoras do folículo dentário;
(6) células estaminais mesenquimatosas derivadas do alvéolo dentário (ABMSCs); e
(7) células progenitoras derivadas do saco germinativo do dente (TGPCs).
No entanto são as DPSCs presentes na polpa dentária dos dentes definitivos (dos indivíduos adultos) e as SHED, presentes na polpa dentária dos dentes de leite (das crianças) aquelas com maior potencial terapêutico.

Como é feito o armazenamento da polpa dentária? Quando é realizado o isolamento das DPSCs para aplicação clínica?

Assim que o dente tiver sido recebido pelo laboratório Biosckin, a polpa dentária é processada e preparada para armazenamento em criopreservadores, equipamentos que mantém as amostras a uma temperatura inferior a -156°C. Em caso de necessidade de aplicação clínica, as células estaminais mesenquimatosas serão extraídas a partir da polpa dentária criopreservada para eventual aplicação clínica e o isolamento demora aproximadamente 15 dias. Este isolamento é realizado no laboratório da Biosckin, tendo sido desenvolvido e validado pelo grupo IDI da Biosckin, em colaboração com a Universidade do Porto.

O armazenamento da polpa dentária é semelhante ao armazenamento do sangue e/ou tecido do cordão umbilical?

A Biosckin e inúmeras empresas de biotecnologia em todo o mundo preservam a polpa dentária, por ser um tecido extremamente rico DPSCs. De forma semelhante às empresas de armazenamento de sangue e tecido do cordão umbilical, um biobanco de polpa dentária para obtenção de DPSCs envolve a colheita de amostras, o processamento e o armazenamento a longo prazo (atualmente até um período máximo de 30 anos), recorrendo a equipamentos e procedimentos laboratoriais semelhantes, com o mesmo rigor e exigência em termos regulamentares.

Existem outras empresas Portuguesas a fazer o serviço de criopreservação da polpa dentária?

Atualmente, em todo o mundo, existem dezenas de empresas de biotecnologia que criopreservam a polpa dentária de dentes de leite e de dentes definitivos, para obtenção de DPSCs, para aplicação clínica num futuro próximo. Existem laboratórios acreditados e certificados nos Estados Unidos da América, Austrália, América do Sul e Ásia.
Na Europa, apenas em Inglaterra e agora pela primeira vez em Portugal com o serviço Biosckin – CRIODENTE. O serviço é creditado e autorizado pela Direção-Geral da Saúde (DGS) seguindo de forma escrupulosa todas as recomendações regulamentares e técnicas para obtenção de um produto viável e seguro.

Durante quanto tempo poderão as células mesenquimatosas da polpa dentária serem criopreservadas?

Sabe-se que as células estaminais criopreservadas desde 1980 continuam viáveis após protocolos de descongelamento apropriados. De facto, a maioria dos trabalhos científicos indica que as células estaminais congeladas por um processo lento e controlado, e armazenadas em azoto líquido a -196°C ou em fase gasosa de azoto líquido a -156°C, são viáveis por um período de tempo ilimitado. O serviço Biosckin – CRIODENTE oferece um período de criopreservação até 30 anos, à semelhança do que é feito para o sangue e tecido do cordão umbilical.
Pode ainda optar por períodos de tempo inferiores.

Como é feita a colheita da polpa dentária?

A colheita da polpa dentária é um processo simples e não acarreta nenhum risco para o cliente. O dente é extraído pelo seu Médico Dentista / Estomatologista, e acondicionado para ser transportado até ao laboratório Biosckin no seu kit CRIODENTE refrigerado. O kit CRIODENTE contém um frasco de fecho hermético, com uma solução iónica estéril onde deverá ser mergulhado e transportado o dente extraído.Cada kit CRIODENTE está preparado para o transporte de apenas 1 dente.
No laboratório Biosckin, o dente é processado de modo a que a polpa dentária possa ser criopreservada, para posterior isolamento de DPSCs, para uma eventual aplicação clínica.

Quais os dentes em que se pode fazer a criopreservação da polpa dentária?

O serviço Biosckin – CRIDENTE dedica-se à criopreservação da polpa dentária de dentes definitivos, seguindo as normas internacionais e cumprindo com os requisitos da Lei n.º 12/2009 e alterações subsequentes, estando por isso autorizada pela Direção-Geral da Saúde (DGS). Os dentes que são extraídos por indicação do seu médico Dentista / Estomatologista, por exemplo, para tratamentos ortodônticos, pode ser processados para criopreservar a polpa dentária. Podem ser processados todos os dentes definitivos, como caninos, incisivos, pré-molares, molares ou de siso, desde que sejam saudáveis, sem sinais de patologia ou infeção.

Posso criopreservar mais do que um dente?

Poderá, se pretender, realizar a criopreservação de mais do que um dente, uma vez que, irá potencializar a sua aplicação terapêutica, aumento substancialmente o número de DPSCs obtidas após isolamento para aplicação clínica. Cada dente, mesmo que do mesmo dador, será armazenado de forma individualizada. Isto significa que poderá usar as células estaminais mesenquimatosas de cada polpa dentária criopreservada para aplicações clínicas diferentes e em alturas diferentes.
Para criopreservar mais do que um dente, deverá adquirir o número correspondente de kits CRIODENTE.

Porquê que tem de ser um Médico Dentista / Estomatologista a extrair o dente para criopreservação da polpa dentária?

É importante, que a colheita do dente saudável, seja realizada por um Médico Dentista / Estomatologista pois assim podemos garantir, um maior fluxo sanguíneo até ao último instante da extração, o que irá permitir uma maior probabilidade de obtermos uma polpa dentária mais viável e um maior número de células estaminais mesenquimatosas no momento do isolamento para aplicação clínica.
Os dentes devem ser extraídos apenas por indicação do seu Médico Dentista / Estomatologista para realização de tratamentos dentários e de ortodontia. Muitas vezes temos de extrair dentes saudáveis e por isso, devemos aproveitar a oportunidade para criopreservar a polpa dentária.

Como devo fazer a adesão do serviço CRIODENTE?

Pode conhecer o serviço CRIODENTE através dos nossos sites CRIODENTE ou BIOSCKIN, folhetos e material promocional disponível em várias clínicas e hospitais ou através da nossa parceria com a Smile UP.
Contacte o seu Médico Dentista / Estomatologista e transmita-lhe o interesse no serviço CRIODENTE caso seja necessário extrair um dente definitivo saudável para realização de um tratamento dentário ou tratamento ortodôntico. Existem já várias Clínicas de Medicina Dentária / Estomatologia parceiras do serviço CRIODENTE, que que têm ao seu dispor o kit CRIODENTE.

Como é que um dente chegar ao laboratório Biosckin?

O dente é extraído pelo seu Médico Dentista / Estomatologista, e acondicionado para ser transportado até ao laboratório Biosckin no seu kit CRIODENTE refrigerado. O transporte do kit CRIODENTE desde o consultório do seu Médico Dentista / Estomatologista até ao laboratório Biosckin para processamento será realizado logo após a sua extração e será feito por uma empresa especializada em transportes de produtos biológicos.
Para tal, o seu Médico Dentista / Estomatologista ou o próprio cliente deverão contactar telefonicamente a linha de apoio CRIODENTE (número 808 106 106) a fim de solicitar a recolha do kit CRIODENTE.

Onde fica o laboratório Biosckin?

A Biosckin é uma empresa 100% Portuguesa que se orgulha do serviço prestado às famílias desde 2006, na área da criopreservação de sangue e tecido do cordão umbilical e desenvolvimento de dispositivos médicos. É também a primeira empresa Portuguesa a disponibilizar o serviço de criopreservação da polpa dentária – serviço CRIODENTE.
A tecnologia foi totalmente desenvolvida pelo Núcleo de IDI certificado e acreditado da Biosckin, numa parceria com a Universidade do Porto e autorizado pela Direção-Geral da Saúde (DGS).
Localiza-se no TECMAIA – Parque Tecnológico da Maia, na seguinte morada:
Biosckin, Molecular and Cell Therapies, SA
TECMAIA, Rua Eng. Frederico Ulrich, 2650
4470-605 Moreira da Maia
Site da Biosckin | Site da Criovida

O que acontece ao fim dos 25 ou 30 anos de armazenamento?

Atualmente, os estudos realizados neste âmbito garantem a viabilidade das células estaminais criopreservadas até 30 anos de armazenamento. É provável que este período seja extensível por mais tempo à semelhança do que já acontece com outras células e tecidos. Assim que houver evidência científica sobre a viabilidade das células após os 25 ou 30 anos, os nossos clientes serão devidamente informados.
No final do contrato os clientes serão contactados e informados das condições de prolongamento do serviço no sentido de se averiguar o interesse em dar continuidade ao serviço de criopreservação da polpa dentária por um período de tempo mais alargado. Em caso de ausência de resposta, assumir-se-á que os nossos clientes não estão interessados em renovar o contrato. Nesse caso, as amostras criopreservadas serão destruídas e os nossos clientes recebem um certificado de destruição. Em alternativa à destruição das células será dada a hipótese de doação das mesmas para investigação científica.

Qual o valor a pagar caso o dente não esteja em bom estado e não seja possível realizar a criopreservação da polpa dentária?

Se a(s) amostra(s) não cumprirem os requisitos legais e de qualidade aplicáveis e, portanto, não reunirem todas as condições para a criopreservação, os clientes não terão que efetuar qualquer pagamento com exceção do valor já pago pelo kit CRIODENTE.

O laboratório Biosckin está certificado?

A Biosckin é um laboratório de criopreservação em Portugal, devidamente autorizado pela Direção-Geral da Saúde (DGS) pelo cumprimento dos requisitos regulamentares aplicáveis a esta atividade e certificado pela Tüv Rheinland no cumprimento das normas ISO 9001 e NP 4457.
A Biosckin conta com uma equipa multidisciplinar de profissionais com vasta experiência na área da Biotecnologia, Terapias Celulares e Bioengenharia. O rigor, a experiência e o profissionalismo conferem-nos a confiança de marcas nacionais e internacionais no nosso laboratório.

O que é o isolamento das células estaminais mesenquimatosas da polpa dentária e porque é que a Biosckin não faz o isolamento no momento da criopreservação?

Este método consiste em isolar as células estaminais mesenquimatosas presentes na polpa dentária (DPSCs) processada e criopreservada para o efeito. O isolamento poderá ser feito antes da criopreservação. Alternativamente está descrito e é seguido por muitos laboratórios, o isolamento ser realizado após a criopreservação da polpa dentária, no momento da solicitação da aplicação clínica.
Os avanços científicos a que assistimos diariamente e a constante evolução nesta área fazem-nos crer que a polpa dentária, à semelhança do que acontece com o tecido do cordão umbilical, deverá ser criopreservada após processamento prévio, para isolamento posterior das DPSCs, não havendo qualquer vantagem na criopreservação das DPSCs isoladas. Isto, porque a criopreservação das DPSCs isoladas leva a uma maior taxa de morte celular durante o processo de congelamento e de descongelamento. A Biosckin desenvolveu por isso, a tecnologia necessária para criopreservar a polpa dentária, tecido extremamente rico em células estaminais mesenquimatosas (DPSCs). Criopreservar o tecido processado em vez de células isoladas tem a vantagem de proteger mais as DPSCs durante todo o processo de criopreservação. Nesse sentido, após o descongelamento da polpa dentária, o posterior isolamento permite obter um número mais elevado de DPSCs viáveis para aplicação clínica.
Esse protocolo é feito em 15-21 dias no laboratório de terapias celulares da Biosckin, no momento da solicitação médica para aplicação clínica.

Quem pode utilizar clinicamente a(s) amostra(s) de polpa dentária criopreservadas?

A(s) amostra(s) de polpa dentária criopreservadas podem ser utilizadas pelo próprio ou por um familiar em que haja histocompatibilidade. As hipóteses de haver histocompatibilidade é superior nos familiares mais próximos, como irmãos e pais. No entanto, antes da aplicação clínica, há necessidade de fazer um perfil de histocompatibilidade da amostra criopreservada e do individuo que vai utilizar essa amostra. Se não existir histocompatibilidade, não poderá ser utilizada.

Porque tenho de fazer análises sanguíneas para fazer a criopreservação da polpa dentária?

O serviço CRIODENTE dedica-se à criopreservação da polpa dentária de dentes definitivos, seguindo as normas internacionais e cumprindo com os requisitos da Lei n.º 12/2009 e alterações subsequentes, estando por isso autorizada pela Direção-Geral da Saúde. As leis são muito claras relativamente à seleção de dadores sendo obrigatória a realização das seguintes análises.
a) VIH 1 e 2 (por NAT);
b) Hepatite B (por NAT);
c) Hepatite C (por NAT);
d) Sífilis (por EIA)
e) Toxoplasmose (IgG e IgM)
f) Citomegalovírus (IgG e IgM)

Sem o resultado destas análises não é possível a criopreservação da polpa dentária uma vez que o dador não pode ser avaliado quando à sua não contaminação.

Como posso fazer as análises de sangue para fazer o serviço de criopreservação da polpa dentária da Biosckin – CRIODENTE?

Os nossos clientes que aderem ao serviço de criopreservação da polpa dentária CRIODENTE terão de realizar as análises clínicas ao sangue periférico no laboratório de análises clínicas certificado com o qual a Biosckin tem uma parceria.
Deverá entrar em contato com a Biosckin através da nossa linha de apoio – 808 106 106 para lhe indicarem o laboratório aderente ao serviço, mais próximo da sua morada de residência ou que melhor lhe convém.
As análises sanguíneas incluem Vírus da Hepatite B, Vírus da Hepatite C, Vírus da Imunodeficiência Humana tipo I (HIV I), Vírus da Imunodeficiência Humana tipo II (HIV II), Toxoplasmose, Citomegalovírus (CMV) e Sífilis (VDRL) e devem ser realizadas antes do dia da colheita do(s) dente(s) ou no prazo máximo de até 3 dias após a extração. Os resultados dessas análises serão enviados diretamente para a Biosckin pelo laboratório de análises clínicas parceiro.

Só os adultos podem aderir ao serviço de criopreservação da Biosckin – CRIODENTE?

O serviço de criopreservação da Biosckin – CRIODENTE é um serviço exclusivo para dentes definitivos saudáveis de adultos e adolescentes.

Que certificados emitem após o processamento e criopreservação da polpa dentária?

É emitido um Relatório Final de Criopreservação da polpa dentária do dente definitivo criopreservado. Neste relatório, discriminam-se todas as análises bioquímicas e microbiológicas efetuadas às amostras.
Este facto é de extrema importância, uma vez que apenas este tipo de análises oferecem a garantia de que as amostras poderão ser aceites para aplicação clínica, em qualquer unidade hospitalar nacional ou estrangeira.

A Biosckin assegura a criopreservação das amostras durante o período de armazenamento contratualizado? E garante apoio para a aplicação clínica das células estaminais da polpa dentária?

A Biosckin oferece uma garantia de segurança que permite a salvaguarda das amostras de todos os clientes durante o período contratualizado graças a um acordo de backup com biobanco internacional.
Existe ainda um plano de proteção de saúde Biosckin – CRIODENTE – Através do Plano de Proteção de Saúde, a Biosckin garante a comparticipação de uma importância até 20.000 euros em caso de aplicação clínica da amostra de polpa dentária criopreservada.
A Biosckin oferece ainda o isolamento das células estaminais mesenquimatosas a partir da polpa dentária criopreservada, em caso de resgaste da(s) amostra(s) para aplicação clínica ou ensaio clínico.
Em caso de resgate da amostra de polpa dentária criopreservada, e na impossibilidade de ativação do Plano Proteção de Saúde, a Biosckin é a ÚNICA empresa nacional, que assume os custos de resgate e mobilização de amostra para eventual terapia quer em território nacional quer internacional.

Como é feito o pagamento do serviço CRIODENTE? Existem hipóteses de financiamento a que possa recorrer?

A Biosckin disponibiliza um conjunto de soluções de financiamento para pagamento faseado que incluem opções que vão desde sem juros e sem custos adicionais, para que possa escolher a opção que melhor se adapta ao seu orçamento familiar.